Olá!

Rosa Negra é o segundo livro da Trilogia das Flores.

Capa , sinopse e para quem ainda não assistiu, o booktrailer AQUI

 

SINOPSE

Aos 47 anos, Rosalind Harper é uma mulher com muita experiência de vida, capaz de passar pelas maiores provações sem esmorecer. Com três filhos criados, ela sobreviveu a dois casamentos, o último desastroso, e construiu um viveiro, de onde tira seu sustento. Para ela, o amor é algo que ficou para trás.

Com o passar dos anos, o viveiro deixou de ser apenas um ganha-pão e se tornou muito mais que isso, um símbolo da esperança e da independência de Roz, que divide o negócio com mais duas mulheres: Hayley e Stella, suas companheiras para todas as horas. As três são o futuro do viveiro.

Mas agora esse futuro corre perigo, e Roz sabe que elas não podem lutar sozinhas contra o fantasma da Noiva Harper. Contratado para descobrir os ancestrais de Roz Harper, o dr. Mitchell Carnegie se vê intrigado com a própria Roz. E, conforme o mistério por trás da identidade da Noiva Harper começa a se desfazer, ela percebe com espanto que se vê atraída pelo genealogista. Se antes ela acreditava que o amor não teria mais vez em sua vida, agora ela fará de tudo para agarrar com unhas e dentes a nova chance que o destino lhe ofereceu.

Próximo lançamento: Lírio Vermelho.

Trecho do livro:

“Acariciou-lhe o braço gentilmente, descontraindo-a.

— Você tem andado ocupado.

— Em boa parte, são procedimentos habituais. Mas tenho pensado nas partes menos usuais do nosso projeto. Quando fizemos amor…

— Isso se insere em que parte do nosso projeto?

Mitch riu do tom seco e esfregou a face nos cabelos dela.

— Estou incluindo numa coluna extremamente pessoal e espero juntar muitas páginas ao arquivo. Mas você vai ver que está relacionado.

Ela se manifestou… o termo será esse, certo?

— Não me lembro de palavra melhor.

— Escancarou portas, fechou-as, fez o relógio bater as horas, e por aí afora. Não há dúvida de que deixou bem patente o que sentia em relação ao que estava se passando entre nós e ao que se passou desde que iniciamos o arquivo pessoal.

— E daí?

— Não fui o primeiro homem com quem você manteve uma relação pessoal naquela casa.

— Não, não foi.”

(p. 201)

See ya!

Rosana